posts com a tag: Mingyur Rinpoche


Reduzir planos e projetos

Trechos budistas |

Yongey Mingyur Rinpoche (Nepal, 1975 ~): […] é importante não ceder à nossa tendência de preguiça e de adiar a prática para amanhã, o mês seguinte ou o ano que vem. Podemos gastar nossas vidas pensando: “vou praticar amanhã, ou depois”, então a vida se esgota e, um dia, é hora de morrer. Na morte, nosso […]


Reconhecer o potencial inerente da mente

Trechos budistas |

Yongey Mingyur Rinpoche (Nepal, 1975 ~ ): […] A essência da prática budista não é tanto um esforço para mudar seus pensamentos ou comportamento para que possa se tornar uma pessoa melhor, mas sim em realizar que não importa o que você pense sobre as circunstâncias que definem sua vida, você já está bem, inteiro e […]


Encare o sofrimento como um professor

Trechos budistas |

Yongey Mingyur Rinpoche (Nepal, 20 de novembro de 1975 ~ ): É devido à dor e o sofrimento que desejamos praticar em primeiro lugar. E é devido à dor e o sofrimento que chegamos à iluminação. Encare o sofrimento como um professor e como uma inspiração. (Newsletter Tricycle), 2012-06-28


Riqueza da natureza básica

Trechos budistas |

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Yongey Mingyur Rinpoche (Nepal, 1975 ~): Ao partir, eu gostaria de lhe dar um pequeno conselho para ser guardado em seu coração. Você pode ter me ouvido dizer isso antes, mas é o ponto chave de todo o caminho, por isso vale a pena repetir: Tudo o que estamos procurando na vida – toda a felicidade, […]


Uma experiência de vacuidade

Trechos budistas |

Yongey Mingyur Rinpoche (Nepal, 1975 ~): Embora estejamos condicionados a nos identificar com os pensamentos que passam pela nossa consciência em vez de (nos identificarmos com) a própria consciência-estado-desperto, esse estado desperto que é nossa verdadeira natureza é infinitamente flexível. Ele é capaz de qualquer e todo tipo de experiência — inclusive concepções enganadas sobre […]


Primeira Nobre Verdade

Trechos budistas |

A primeira das Quatro Nobres Verdades é conhecida como a Verdade do Sofrimento. […] À primeira vista, pode parecer bem depressivo. Ao ouvir ou ler sobre isso muitas pessoas acabam desconsiderando o budismo como algo indevidamente pessimista. “Ah, esses budistas estão sempre reclamando que a vida é miserável. A única maneira de ser feliz é […]


Sofrimento não é permanente

Trechos budistas |

[…] Sabedoria, capacidade, amor e compaixão são aquilo com que já nascemos. Frustração, inveja, culpa, vergonha, ansiedade, cobiça, competitividade, e assim vai, são experiências que aprendemos, frequentemente através das influências da nossa cultura, família e amigos, sendo reforçadas pela experiência pessoal. O “diagnóstico positivo” da Terceira Nobre Verdade* é que as ideias limitadas ou limitadoras […]


Experiência da vacuidade

Trechos budistas |

[…] A vacuidade, como já discutido anteriormente, não é uma decisão que tomamos sobre a natureza da realidade absoluta ou uma consciência alcançada através da análise ou discussão filosófica. É uma experiência que, uma vez provada, pode mudar sua vida, abrindo novas dimensões e possibilidades. Esse é o ponto da prática do insight [vipassana]. Yongey […]


Shamata e estado desperto

Trechos budistas |

O objetivo da prática da atenção, ou shamata, é se tornar consciente do estado desperto. O estado desperto é a base — ou o que você poderia chamar de “suporte” — da mente. É fixo e imutável, como o mastro a que a bandeira da consciência ordinária está presa. Quando reconhecemos e firmamos uma base […]


Estado natural

Trechos budistas |

Onde quer que estejamos, o que quer que façamos, precisamos reconhecer o que é natural, o que é não-forçado. O estado não-forçado, na verdade, é muito especial. Ser natural é muito especial. E o modo natural de fato já está conosco, dentro ou fora de um retiro, mas nós simplesmente não reconhecemos. Se você apenas […]


Consciência condicionada

Trechos budistas |

A maioria de nós não reconhece nossa natureza buda até que ela seja indicada para nós. Não muito tempo atrás, ouvi uma história sobre um homem na Índia que ganhou um caro relógio. Não tendo nenhuma experiência sobre o que um relógio é ou faz, ele imaginava-o como nada mais que um belo bracelete. Não […]


Meditação e compaixão

Trechos budistas |

[…] A melhor parte de todas é que, não importa por quanto tempo você pratique ou que método use, toda técnica de meditação budista no final gera compaixão. Onde quer que você olhe em sua mente, não há como não reconhecer sua semelhança com aqueles à sua volta. Quando você vê seu próprio desejo de […]