A luz do mundo





O Buda identificou o carma como uma atividade volitiva. Ou seja, cada volição na mente é como um pontinho de potencial tremendo, da mesma maneira que a menor semente contém o potencial para a mais grandiosa árvore. Então, cada uma de nossas ações voluntárias contém a semente de resultados cármicos. O resultado específico depende da qualidade da mente associada com cada volição. Cobiça, raiva e ilusão são qualidades prejudiciais que produzem frutos como o sofrimento. Generosidade, amor e sabedoria são fatores benéficos que geram os frutos da felicidade.

O Buda chamou a compreensão dessa lei do carma – a lei da ação e consequência – de “a luz do mundo”, porque ela ilumina como a vida se desdobra e porque as coisas são como são. A sabedoria dessa compreensão nos dá a liberdade de fazer escolhas inteligentes na vida.

Joseph Goldstein, em “Insight Meditation”
Tricycle’s Daily Dharma: 24 de janeiro, 2007


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