O modo como definimos e delimitamos o eu é arbitrário. Podemos colocá-lo entre nossas orelhas, olhando para fora através dos olhos. Podemos expandí-lo para incluir o ar que respiramos ou, em alguns momentos, podemos empurrar suas fronteiras mais adiante para incluir as árvores e plâncton que dão oxigênio — nossos pulmões externos. E, além deles, a teia da vida na qual se sustentam.
Joanna Macy, em “World As Lover, World As Self”.
Tricycle’s Daily Dharma, 22 de janeiro, 2008.




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