Viver consciente da impermanência






A essência do Dharma é ter isso no coração: agora temos algum livre arbítrio, há escolhas que podemos fazer, temos algum controle sobre nossas vidas, algum tipo de poder de independência. Durante este período de vida em um corpo humano, quando temos tal liberdade, podemos usá-lo de maneira positiva.

Assim que esta vida acaba, quando a respiração cessa, este corpo é apenas uma pilha de matéria morta — um cadáver. No momento em que o corpo é abandonado por sua mente, ele é como uma ruína, uma casa abandonada, e jamais voltará à vida.

Quando corpo e mente se separam não há mais nenhuma liberdade, nenhuma escolha a fazer. Uma pessoa não tem nenhum poder de independência para controlar nada.

No lugar disso, a pessoa está sob o poder de seu karma, a infalível lei de causa e resultado. A pessoa está sob o poder de seu karma positivo e negativo.

Tulku Urgyen Rinpoche, em “Repeating the Words of Buddha


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