Embora seja um ponto crucial, simplesmente se lembrar da morte não é suficiente. Agora que temos boa saúde e liberdade tanto de corpo quanto de mente, precisamos canalizar toda nossa energia na prática do Dharma.
Devemos checar, dia após dia, se não estamos desperdiçando nossas vidas e se estamos fazendo todo esforço para unir o Dharma — as instruções sem preço do professor — com nosso fluxo mental.
Dilgo Khyentse Rinpoche (Tibete, 1910 – Butão, 1991)
“Guru Yoga”




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