O conhecimento equalizador brota da realização do vazio e do não-ser, porque quando não existe um apego ao ego, a pessoa é capaz de experimentar o fundamento básico do ser, que não é outro senão a bondade universal. Quando não mais existem barreiras entre o ser e os outros, o amor, que é a essência do conhecimento investigador, não pode se esquivar de surgir.
Esse amor é a compreensão de todos os seres viventes, a aspiração pela sua felicidade e a compaixão por seu sofrimento, que surgem automaticamente como resultado de se sentir a conexão com eles; ele se expressa espontaneamente em atividade.
Esse é o conhecimento executor das ações, infalível e desobstruído, cujo propósito é realizar a iluminação de todas as partículas da existência.




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