[...] A melhor parte de todas é que, não importa por quanto tempo você pratique ou que método use, toda técnica de meditação budista no final gera compaixão. Onde quer que você olhe em sua mente, não há como não reconhecer sua semelhança com aqueles à sua volta.
Quando você vê seu próprio desejo de ser feliz, não consegue evitar de ver o mesmo desejo nos outros. E quando você olha seu próprio medo, raiva ou aversão, não pode evitar de ver que todos ao redor sentem o mesmo medo, raiva e aversão.
Isso é sabedoria, não no sentido de aprender com livros, mas de despertar o coração, reconhecer nossa conexão com os outros e o caminho para a alegria.
Yongey Mingyur Rinpoche (Nepal, 1975 ~)
“Joyful Wisdom”, 3 | 12




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